no momento em que o caixão desceu à terra, os homens nivelando as duas cordas, o barulho seco dos torrões batendo na madeira, a mulher sentiu a derradeira punhalada e gritou. tanto, que as falsas carpideiras emudeceram e a seguraram à vida com os braços.

texto daqui

9 comentários:

flor disse...

obrigada, Sónia. tanto.

S disse...

obrigada eu...
:)

Laura Ferreira disse...

ufa.
esta doeu-me.

S disse...

Laura, a culpa é da flor por escrever tão bem!
;)

ana p disse...

Escreve muito bem a flor
Bj

S disse...

ana,
a flor tira-nos a respiração!
:)

Maria Eu disse...

Este texto toca-nos como se abrisse uma ferida.
Que bem casam as fotos, a encimá-lo!

Beijos a ambas as meninas :)

S disse...

um beijinho Maria
obrigada
:)

No Meu Quarto Andar Sem Cave disse...

Os textos da flor casam maravilhosamente com as tuas fotos :)