(foto topo kaku/ foto baixo ss)

Sempre julguei que fosses eterna, como todas as coisas boas deveriam ser. Mas os anos passaram e quando dei conta eras já uma velhinha. Agora a casa ficou sem a sua alma e eu perdi-me do meu rumo.

14 comentários:

DIX disse...

Will live on the pictures you took!

Sorry to hear of your loss!

Atena disse...

A esta hora está à porta do céu com os dentes ferrados nas sandálias do S. Pedro enquanto pensa a que horas é a próxima refeição. ;)

Beijinho grande!

Pedro Ponte disse...

... ninguém me dava um ronc como aquela pipoca... tenho saudades daqueles olhinhos e daquele feitio tramado...

:(

João Farinha disse...

Gosto da associação que fizeste entre as duas imagens. Tem piada como os nossos animais acabam por se tornar parte da família, para o bom e para o mau...

Rui disse...

RIP

Fernando Dinis disse...

Abraço forte...

Rute disse...

Os animais ajudam-nos a tornarmo-nos melhores pessoas...sei do que falas...às tantas já fazem parte da família.

Muito bonitas, as duas fotografias e, tal como o João Farinha gostei da associação das duas.

1 beijinho grande

Calexico disse...

Un abrazo muy fuerte Sonia. Animo en todo. Un beso desde México.

sh disse...

So sorry :( mas teve uma vida feliz e foi amada :) há-de estar com aquele sorrizinho matreiro de dentinhos de fora.

Dias Cães disse...

Mas tudo de aconteceu ao mesmo tempo?
Estás a ter literalmente uns dias cães, parece-me.
Nem sei que te diga... mas posso ser solidária com a perda. Sei bem quanto custa.
Bjs

lifeontheviewfinder disse...

Ficará para sempre nas tuas memórias com toda a certeza... lamento sinceramente a tua perda. Um abraço.

Crissant disse...

Essas lindas criaturas que estão ao nosso redor são tão significantes no nosso dia-a-dia, como qualquer amigo ou familiar.
Um abraço solidário.

via disse...

é um abalo,eu sei, uma falta. Lembra-te que há muitos animais esperando o teu afecto, será talvez o melhor tributo à sua amizade. um beijo

João Mourão disse...

O universo encarregar-se-á de pôr as coisas no seu rumo certo. O tempo apagará a saudade e a dor. A memória não se perderá para sempre graças às tuas fotos. Como é bizarra a nossa existência. Diria um monge xintoísta: sete vezes para baixo, oito para cima. Força.