Com o tempo, as bocas tornaram-se coisas vagas. Abstractas. Duas línguas sem saberem dançar.
(Obrigada Fátima Abreu Ferreira) aqui

Comentários

ana p disse…
Gosto muito da Fátima.
Tenho andado com vontade de deixar uma coisa dela lá pelo blog
Como sempre muito bom Sónia
Bj
S disse…
Obrigada ana, não só pela presença sempre constante mas também pelo carinho.
A Fátima descobri por acaso, confesso que nem me lembro como.
:)


beijinho
Rui disse…
enorme!
S disse…
Rui,
:))
Rui disse…
isto parou?
S disse…
A programação segue temporariamente no outro tasco. É só ires lá!
;)

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