no momento em que o caixão desceu à terra, os homens nivelando as duas cordas, o barulho seco dos torrões batendo na madeira, a mulher sentiu a derradeira punhalada e gritou. tanto, que as falsas carpideiras emudeceram e a seguraram à vida com os braços.

texto daqui

Comentários

flor disse…
obrigada, Sónia. tanto.

S disse…
obrigada eu...
:)
Laura Ferreira disse…
ufa.
esta doeu-me.
S disse…
Laura, a culpa é da flor por escrever tão bem!
;)
ana p disse…
Escreve muito bem a flor
Bj
S disse…
ana,
a flor tira-nos a respiração!
:)
Maria Eu disse…
Este texto toca-nos como se abrisse uma ferida.
Que bem casam as fotos, a encimá-lo!

Beijos a ambas as meninas :)
S disse…
um beijinho Maria
obrigada
:)
Os textos da flor casam maravilhosamente com as tuas fotos :)

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