
Exponho a luz, disponho objectos, um por um, no parapeito da janela.
Iluminados, perdem o medo, os objectos.
Diria que ganham uma vida, se o fosse, mas é apenas uma foto-vida, proto-vida.
Colocaria à janela a vida-objecto, como luz, fruta madura até decompor.
Tudo o que é são terá de deixar de o ser: evidência dispensável.
Dispus-me, um por um, no parapeito da janela a amadurecer.
O resto será evidência dispensável.
Iluminados, perdem o medo, os objectos.
Diria que ganham uma vida, se o fosse, mas é apenas uma foto-vida, proto-vida.
Colocaria à janela a vida-objecto, como luz, fruta madura até decompor.
Tudo o que é são terá de deixar de o ser: evidência dispensável.
Dispus-me, um por um, no parapeito da janela a amadurecer.
O resto será evidência dispensável.
O texto, vem daqui


Comentários
Ótimo voltar ao seu espaço, num iluminado post de bela imagem e fotografia.
Feliz 2011!
Beijos.
:)
bjs
Obrigado.
P.
é um exercício difícil de conciliar, quando parte de 2 pessoas diferentes.
Mas ao ler o texto, imediatamente fui projectada para esta imagem.
Obrigada eu.
:)
um gosto de foto (e obrigado pelo baudolino)
e um bêjo e tudo
ando às voltas com umas tattoos...um destes dias publico. Talvez mais próximo das eleições.
;)
bjs