Com o tempo, as bocas tornaram-se coisas vagas. Abstractas. Duas línguas sem saberem dançar.
(Obrigada Fátima Abreu Ferreira) aqui

6 comentários:

ana p disse...

Gosto muito da Fátima.
Tenho andado com vontade de deixar uma coisa dela lá pelo blog
Como sempre muito bom Sónia
Bj

S disse...

Obrigada ana, não só pela presença sempre constante mas também pelo carinho.
A Fátima descobri por acaso, confesso que nem me lembro como.
:)


beijinho

Rui disse...

enorme!

S disse...

Rui,
:))

Rui disse...

isto parou?

S disse...

A programação segue temporariamente no outro tasco. É só ires lá!
;)