envelheço com a nómada solidão das aves


Título retirado de um poema de Al Berto

14 comentários:

R. disse...

espantosa fotografia, mas remete-me para:
"pensava eu....como seriam felizes as mulheres
à beira-mar debruçadas para a luz caiada"

S disse...

R.
a liberdade de interpretação é algo que sempre me agradou na fotografia.
:)

R. disse...

se não ressoasse na dimensão particular de referências de cada um estaríamos perante técnica apenas
(e eu nunca teria comentado, creio)

Maria Eu disse...

Às vezes aparece um anjo...

Beijos, S! :)

S disse...

R.
Talvez me tenha expressado mal. É exactamente o facto de ter feito uma interpretação diferente que me agrada e que em parte justifica este espaço e quem o visita.
:)


Maria,
às vezes... não tantas quanto eu gostaria.

beijinho
:)

p disse...

se envelhecer for assim bonito, então eu não me importo nada que o tempo passe.

beijos vários

S disse...

p,
o tempo passa quer queiramos, quer não.
que o envelhecer nos traga mais sabedoria, leveza e felicidade!

beijos em bico
;)

via disse...

cabelos brancos como crinas de cavalos selvagens, como ideia é magnífica!

S disse...

via,
sim, de facto é uma ideia altamente fotogénica!

P. Pato disse...

A 1ª está espectacular. UAU! Quanto à 2ª, huuummm, são penas e sabes o que penso disso. :p

S disse...

Menina Pato,
hehehehe...já sabia que ia ser esse o comentário.
Um pato que não gosta de penas...

;)

Ana P disse...

" já não possuo a brancura oculta das palavras
e nenhum lume irrompe para
beberes "

São lindas as fotos

S disse...

Ana,
por vezes deixamos de cativar, de prender.
o Al Berto sempre poderoso nas suas palavras...

Obrigada, um beijinho



Rute disse...

As duas fotografias dão mais beleza ao post...que é de uma delicadeza imensa.

Beijinhos , Sónia